Ide e dançai

 

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Ide e dançai

As almas alegrai

Foi o nosso convite

Entregue pelo Cristo

Lembremos disto

Quando outros olhos

Mergulharem em nós

Desejando passos melhores

Sejamos do Cristo, novas vozes

Tragamos luz na intimidade

Brilhai a vossa luz

Colocai – a bem alto

Na sapatilha em ponta

Na amplidão do salto

Apontai a claridade

Ao teu irmão ao lado

O amor em teu agir

É a luz do espetáculo.

JT

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Dança Espírita – Um Movimento na Educação do Ser

 
meditacao-em-contato-com-a-naturezaQuando Jesus iniciou uma de suas belas parábolas com a expressão:…”Aquele que semeia saiu a semear…”, ele nos fez recordar que todo Universo expressa uma ação, um movimento, um gesto.

A Dança permite ao espírito a sua percepção corporal, a compreensão da funcionalidade das partes integrantes do corpo que reveste na encarnação: seus limites e suas habilidades, suas características e seus entraves.

Quando penso em Dança Espírita imagino que ela possa se aplicar a qualquer pessoa(espírito), em qualquer fase da vida, pois os elementos envolvidos nesta arte, chamada “arte completa”, farão com que através do corpo o espírito se reconheça. Atenção, observação, concentração, memorização, ritmo, plasticidade, mobilidade, força, flexibilidade, harmonia, sutileza, energia, emoção…

Quando o ser dança, dançam o corpo, a mente e suas emoções. A disciplina envolvida no acerto de cada passo, de cada movimento, de cada sequência ensinam ao espírito que em termos de conquistas espirituais a “lei do menor esforço” não existe, devendo cada um de nós acionarmos a vontade para conquistarmos nossos objetivos, sejam eles artísticos ou espirituais.

O ritmo e as emoções manifestos em cada modalidade, em cada coreografia, em cada acompanhamento musical dão ao espírito a capacidade de começar a reconhecer em sua intimidade as diferenças vibratórias no seu cotidiano. Por vezes, drena suas energias em estados de alteração nervosa, ansiedade, agressividade. Em outras vivências, exaure-se, oprimido, paralisado, triste, acuado. Melhor seria que pudesse movimentar-se e alimentar-se continuamente, percebendo um sentimento vital equilibrado, pacificado, sereno e ativo.

A Dança assim bate às portas do corpo para acessar a alma. A liberdade de movimentos que o espírito ensaio conduzindo o corpo em cena, deve ser um recado a consciência: – Tome as rédeas de sua vida, aja com seu potencial divino, encante-se, encante. Também a alternância entre o solo e o coletivo deixam lições importantíssimas. Vemos a Natureza em seu balé.

O Sol desliza, num solo aparente, mas faz parte de um grande conjunto e do exercício estrito do seu papel, depende todo um Sistema que nele se ancora e baila.

Cada folha do outono que se lança ao bailado com o vento, ao terminar o espetáculo de “sua chuva”, descansa junto as amigas a compor tapete encantador na paisagem. Cada espírito tem seu papel singular o qual não pode negligenciar, sem comprometer-se e comprometer o coletivo. Sendo o Modelo e Guia da humanidade Jesus compôs seu colegiado, dizendo que no futuro todos fariam o que ele faz e “muito mais”. Sua humildade cativou as almas e elas investiram suas vidas nesta peça magnífica que está em cartaz na Terra.

O requisito principal para integrar este corpo artístico: “os meus artistas serão conhecidos por muito se amarem”, por terão por norma “despertar o amor em si mesmo”, pois o amor dá o ritmo e o tom do Universo.
Quando girares em ponta, semearás. Quando saltares no ar, semearás. Quando te inclinares sobre teu próprio corpo, semearás. Quando alongares ao céu, semearás. Quando um par formares, amarás. Quando acolheres um corpo, amarás. Quando deres a mão ao outro, amarás. Quando teu corpo tombar, lembrarás que fizeste tudo com amor, e será hora de ensaiar novas coreografias.

 

Jaime Togores/Santos, SP

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ENTREVISTA

Entrevista com Paulo Cézar, atual coordenador da III Mostra Nacional de Dança Espírita

‘Eu não consigo ver a dança fora do processo essencial e natural do espírito em evolução’

PauloPaulo Cezar da Silva é natural de Iporã (PR), já residiu em Araras, Viçosa, e atualmente está domiciliado em Juiz de Fora (MG). Graduado em dança, pela Universidade Federal de viçosa (UFV), tem especialização em Psicopedagogia, pela Universidade de Araras. Já participou da organização de várias mostras espíritas de dança. É membro da coordenação da Mostra Nacional de Dança espírita e do Encontro Nacional de Arte Espírita (Enarte).

  1. Como você se envolveu com a atividade artística espírita?Paulo3

Tive meu primeiro contato com a dança e com a arte espírita dentro da casa espírita, que foi e sempre será um grande diferencial para meu pensar e fazer arte, independente de qual contexto esta seja vivenciada. Todas as experiências que tive dentro da dança espírita refletem sobre meus trabalhos, pesquisas, aulas, estudos e forma de pensar e viver a dança hoje. Aos 14 anos de idade, ingressei num projeto sócio-educativo espírita desenvolvido pelo IDE [Instituto de Difusão Espírita, de Araras/SP], onde também tive contato com várias oficinas e atividades de estudo/palestra. Neste espaço vivenciei a dança dentro do aspecto técnico-expressivo. Foi quando surgiu o convite para participar do Grupo Espírita de Dança Evolução da mesma instituição. Fazia parte do regimento do grupo que todos os integrantes também frequentassem um grupo de estudo, seja de jovens/mocidade, evangelização ou estudo sistematizado. Por ter grande afinidade com os princípios doutrinários não houve dificuldade em participar e aceitar os mesmos. Ao longo dos anos, me envolvi nos diversos trabalhos propiciados pelo IDE, e os que tiveram maior efeito sobre mim foram os de assistência social, evangelização, juventude e o Departamento de Artes. Aos 19 anos, tive maior interesse e oportunidade de contato com a dança fora da casa espírita, em academias, escolas de dança e profissionais da área. No mesmo período surgiu o interesse pela graduação em dança. Em 2006, passei no Curso de Dança da Universidade Federal de Viçosa/MG. Acho relevante mencionar que durante o primeiro período que vivenciei a dança somente na casa espírita, para mim, todos os processos de aprendizagem técnico-artístico, de criação e de interação interpessoal eram como uma didática e metodologia singular e própria de vivência caracterizada pela Doutrina Espírita, ação advinda de um pensamento pedagógico, que é forte no IDE, devido ao trabalho, cursos e livros periódicos que são produzidos na instituição na área da Pedagogia Espírita. Somente no âmbito acadêmico é que tive maior clareza deste diferencial, que tanto interfere no entender e vivenciar a arte e, em especifico, a Dança, desde a apreensão de uma técnica especifica, da forma de ensinar e criar em cada estilo de dança. A formação acadêmica fortaleceu e ampliou minha práxis junto à Arte Espírita e à Doutrina Espírita. Hoje, independente do trabalho que realizo, ambas se confluem e dialogam, e atuo com maior ênfase na ação multiplicadora dos benefícios que a arte e  dança, sob as luzes da Doutrina Espírita, tiveram em minha vida. Assim, colaborar com a equipe de coordenação da Mostra Nacional de Dança Espírita permite me aproximar e colaborar com espaços, instituições, grupos e artistas que nunca tiveram contato com a mesma ou que começam a dar os primeiros passos diante deste trabalho, que é tão relevante ao meu espírito.

  1. Como você define a arte espírita?

Após alguns anos do fazer arte espírita, permeados por diferentes momentos de estudos, reflexões, discussões, pesquisas em grupo de arte, encontros e mostras, somado à experiência com arte no âmbito acadêmico e profissional, como artista ou docente, eu poderia colocar alguns itens ou proposições que me auxiliam a falar sobre esta definição. Uma delas está relacionada ao ‘fazer arte’ dentro de uma instituição espírita. Claro que você pode fazer este trabalho sem que ele se caracterize e ou esteja relacionado aos princípios da Doutrina Espírita.  Claro que você pode fazer este trabalho sem que ele se caracterize e ou esteja relacionado aos princípios da Doutrina Espírita. Talvez seja este o ponto mais relevante, uma arte não com conteúdo espírita, mas sim, permeada, estruturada, vivenciada, refletida, sentida e estudada, na teoria e prática, a partir dos princípios da Doutrina Espírita. Ampliando para além dos trabalhos de cunho estético ou destinados a apresentações artísticas, também há o fazer e vivenciar arte espírita no caráter pedagógico-educacional, não necessariamente restrito às aulas de evangelização. Trabalhos com oficinas ou grupos onde a vivência da arte não tenha como maior propósito ou finalidade a apresentação, mas sim a transformação e aprimoramento do Ser/Espírito, proporcionando maior consciência do Espírito diante de suas vicissitudes e virtudes, maior equilíbrio em saber enfrentar os distintos estados psico-físico-espirituais pelos quais o espírito em ascensão se encontra. Prefiro não optar por uma definição pontual de um autor, mas me enveredar em entender como esta arte espírita vem se manifestando em minhas práticas cotidianas.

  1. Como você vê a vinculação da dança à Doutrina Espírita?paulo5

Como todas as outras linguagens artísticas, a dança é uma forma de trabalhar, vivenciar e se expressar do espírito, que revela a cultura de um povo e seu momento histórico. As artes são da própria natureza do espírito em seu desenvolvimento e aprimoramento espiritual como parte da Criação Divina. Cada linguagem está presente e auxilia o espírito no seu desenvolver de virtudes e na sua aproximação com o Pai, como co-criador do Bem e do Equilíbrio, junto às belezas eternas da criação. A dança, assim como as outras linguagens, é etapa crucial dentro da harmonia do universo que está em constante movimento e alternância de estados vibracionais para a elevação da criatura humana. Tratando-se do corpo encarnado, ou do espírito encarnado, a dança é o (re)encontro, a vivência, o entendimento, a compreensão desse momento singular na fase do espírito em evolução, no qual o corpo pode, deve e é utilizado como oração. É como um entregar-se e aproximar-se de Deus físico e espiritualmente, com nossos defeitos e virtudes, limitações e amplos recursos técnico-expressivos, com simplicidade e/ou diante da maior dificuldade, um ato nobre e tão singular do qual ainda não temos total recurso para definir e estruturar. Sendo que os maiores poetas, escritores e mesmo bailarinos, até hoje, não conseguiram traduzir o sentido e o significado sensorial e vibracional que esta linguagem proporciona. Eu não consigo ver a dança fora do processo essencial e natural do espírito em evolução.

  1. A que você atribui a existência de algum preconceito em relação à dança?

Eu poderia ser pontual e dizer das relações históricas, sociais e culturais às quais estamos embriagados e ou imbricados ao longo dos séculos; das dificuldades do entendimento da vivência do corpo como fonte de beleza, criação e expressão do belo e do bem. Talvez as dificuldades que casas e instituições espíritas têm em aceitar, entender e permitir a presença e a vivência da Dança Espírita seja por não conseguirem ver nesta expressão e nos seus diversos estilos técnicos expressivos a capacidade que têns de realçar a beleza, a reflexão e o entendimento do corpo e do espírito, transcendendo o apelo que esta apresenta em alguns eventos e espaços sociais, onde há a predominância  da vaidade, da materialidade, da hipersensibilização dos sentidos e valorização da sexualidade desequilibrada.  Os receios/preconceitos são coerentes,  pois não é cabível associar tais atitudes de desregramento aos espaços e ambientes destinados ao estudo e à prática do bem em sintonia, harmonia e vibração elevadas. Muitas instituições construíram suas bases “físicas e morais”, suas normativas e regimentos conforme o entendimento e interpretação de cada individuo, diante do conhecimento que a Doutirna Espírita nos traz, em paralelo as referências sociai e culturais que a humanidade disponibilizou sobre questões relacionadas  a dança e ao corpo. Ou seja, os preconceitos e as dificuldades da aceitação da Dança Espírita está diretamente relacionada às dificuldades do espírito em sentir e entender esta modalidade como uma forma de trabalho, estudo, vivência e compreensão da prática do bem sob as égides da Doutrina. Acredito que este período de dificuldade da inserção da Dança Espírita em vários espaços físicos, regionais e institucionais, é importante para que nós, artistas espíritas da área da dança ou não, possamos aprimorar e construir uma base cada vez mais sólida, do entendimento de como esta modalidade realmente pode, em sua práxis, colaborar para as ações viabilizadas pelas instituições espíritas. Creio que, ao longo dos anos, a produção de conhecimento e de material com embasamento sólido na ciência, filosofia e religião, irá abrir cada vez mais as portas ao trabalho da dança. A sociedade, a cada dia, tem vivenciado através da dança grandes avanços aos processos de entendimento, vivência e consciência do Homem em sua forma integral, sendo os benefícios físicos, emocionais e espirituais que esta atividade propicia, aplicados desde a tenra idade até os anos de despedida do corpo físico. Doutrina Espírita é conhecimento que expande as portas de todas as áreas de conhecimento, e o ser humano, às vezes, esbarra no seu próprio orgulho e egoísmo em entender e sentir o que está além dos olhos. Para entender o real sentido da dança, é essencial que o espírito se disponibilize a dançar através de suas fibras vibratéis de energia, forma e emulação do pensamento.

  1. Você já participou de várias mostras de dança. Como está o movimento nacional?

Já participei de muitas mostras de Dança Espírita e de encontros espíritas de arte nos quais a linguagem da dança nem sempre esteve presente. Como todo trabalho, o movimento de integração de artistas espíritas da dança tem períodos férteis e de aparentes dificuldades. Mas todo processo é essencial para que o trabalho como um todo, e não a fração e ação pontual de um grupo, coreografia, paulo4espetáculo ou evento, seja o único ponto de referência e de ação de construção de um pensar e entender a dança espírita. Desta forma, acredito que ao longo dos últimos anos a Dança Espírita vem difundindo sua potencialidade de ação, divulgação e benefícios para diferentes regiões do pais e, quando menos se espera, surge um grupo novo ou tomamos conhecimento de um trabalho com dança realizado há muitos anos em algumas instituições, mesmo sem carregar o título e nomeação de Dança Espírita. Estamos na fase do expandir o pensamento e fazer da dança espírita, de valorizar e colaborar com cada ação, por mais singular que seja e na mais longínqua localidade que ocorra. Todo pensar e fazer Arte Espírita conflui em um grande agrupamento de ações espirituais em torno destes trabalho e dos envolvidos. Os benefícios do fazer arte sob o embasamento da Doutrina Espírita confluem no engendramento de muitas energias físicas e espirituais, que beneficiam a muitos que se aproximam e se envolvem com o trabalho nos dois planos da vida, em especial no espiritual; que, de forma singular, molda e transforma o ambiente vibracional em que estes trabalhos ocorrem, sensibilizando e auxiliando a tantos irmãos que permanecem no infortúnio do pensar e sintonizar com energias densas  e não dignificantes. Vemos um crescente e forte movimento da Dança Espírita na região norte do país, temos ações pontuais no sul do pais com grandes proponentes de ideal fortalecido; no nordeste, é nítido, já há algumas décadas, que a dança tem presença em eventos e instituições, sementes que foram plantadas veem sendo disseminadas e agregam novos trabalhadores; na região sudeste, há uma diversidade de grupos, trabalhos e eventos específicos na área, mesmo assim, há uma sensação no ar que impele cuidados e união das ações; a região centro-oeste vem nos surpreendendo com grupos que têm demonstrado maturidade e, apesar de não estarem tão distantes fisicamente, ainda há necessidade de fortalecimento de laços. É importante que cada grupo e artista sinta seu papel como polo difusor e propagador do trabalho para além dos compromissos e das ações pontuais, para além da simples divulgação da Doutrina,  do Belo e do Bem. Somos multiplicadores do pensar e fazer dança espírita. Espíritos incumbidos das tarefas e do trabalho junto a divulgação e ação do Bem e do Belo estão agindo nos dois planos da vida, nos diferentes recantos de nosso pais, com ações de superação constante perante as dificuldades do trabalho. Vemos sementes sendo plantadas nos diferentes segmentos do trabalho com a Dança Espírita, seja o educacional, estético, cênico e da terapêutica, o que nos encanta os olhos e sentidos, pois se considerarmos que cada semente, independente do solo a que seja submetida, tem sua ação e seu momento de intempéries que fortalecem e induzem a novos recomeços diante desta ação do espírito diante da sua busca pelos recursos regenerativos do ser.

  1. Como estão os preparativos para a 3ª Mostra Nacional de Arte Espírita? E a parceria com a Abrarte e a organização do Enarte?

Nenhum trabalho é fácil. A proposta de parceria entre a MNDE e Abrarte para a construção de um único evento – o ENARTE – sem descaracterizar os trabalhos pontuais desenvolvidos por cada um, vem implicando em muito pensar, fazer e reunir-se presencial e virtualmente ao longo do último ano. A proposta de parceria vem sendo anunciada já algum tempo, mesmo assim foi uma surpresa. A Mostra Espírita de Dança Oficina do Espírito, de Araras/SP, há alguns anos vem realizando trabalhos juntos a Abrarte, mas confesso que o pessoal da dança, às vezes, é meio resistente. As dificuldades têm sido superadas com uma construção coletiva (de poucos), que têm se superado em suas ações em prol do evento, em especial, os trabalhadores da cidade sede e das cidades vizinhas. É paulo_gedecomplicado falar de um trabalho quando se é muito crítico sobre a organização de eventos, em especifico, eventos da minha área, na qual estou envolvido, desejando que tudo seja o mais perfeito possível. Acredito que o trabalho e o movimento de arte espírita têm dado um grande salto nesta parceria, considerando a necessidade de atender, entender e suprir as diferentes demandas nas diversas linguagens artisticas, que as ações do trabalho com Arte Espírita propicia em nivel Nacional. Isso envolve várias questões estruturais, de adequação e adaptação da proposta do Evento e da parceira, considerando as estruturas  e configurações anteriores da organização destes eventos.  O trabalho é eminente, muito há por fazer, o tema é peculiar: Meus artistas serão reconhecidos por muito se amarem!. Sinto que nós, da equipe de coordenação, mesmo que “à força”, estamos vivenciado o tema, o que nos induz a acreditar muito neste trabalho. Os problemas ocorrerão, não sairá tudo como desejamos, mas acredito que é essencial que todos se envolvam e sintam que o trabalho com arte espírita depende de ações diversificadas, com as quais todos podem colaborar. Não se trata de unificar um pensamento ou direcionar um entendimento sobre como cada grupo tem e ou deve fazer seu trabalho, mas sim, sintonizar e contribuir nas diferenças para enriquecer uma ação, que é muito maior que cada um em sua especificidade. Independente se Enarte, Fórum e ou MNDE,somos Espíritos diante do fazer o Bem e o Belo através da práxis da arte espírita sob embasamento da Doutrina Espírita.

 FONTE: Notícias da Abrarte – 30/10/2015

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GEPEDE – GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM DANÇA ESPÍRITA

Conheça um pouco do trabalho do GEPEDE – Grupo de Estudos e Pesquisas em Dança Espírita, grupo ligado ao trabalho da Mostra Nacional de Dança Espírita, seus objetivos e funcionamento.

Retomando suas atividades em Novembro!

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III MOSTRA NACIONAL DE DANÇA ESPÍRITA – 2016

INSCRIÇÕES ABERTAS!!!!

Lançado novo vídeo promocional do 2º Enarte

LOGO_MOSTRA NACIONAL DANÇA ESPÍRITAFoi lançado na última terça-feira (20) um novo vídeo de divulgação do 2º Encontro Nacional de Arte Espírita (Enarte), evento promovido pela Abrarte, em parceria com a União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo (USE-SP) e a coordenação da Mostra Nacional de Dança Espírita, e que vai se realizar de 26 a 29 de maio de 2016, em São Paulo. Para assistir ao vídeo, clique aqui.

As inscrições para participar do evento iniciaram na quinta-feira da semana passada, dia 15, e vão até o dia 15 de março de 2016.

Já as inscrições de trabalhos artísticos para serem apresentados durante o evento iniciam no próximo dia 1º de novembro e vão até o dia 15 de fevereiro de 2016.

Não será possível inscrever-se apenas para apresentações. Os artistas que desejarem apresentar deverão estar inscritos no evento e participar das demais atividades da programação. Para inscrever trabalhos artísticos, devem ser indicadas as características da apresentação, tempo de duração, disponibilização de link de vídeo com filmagem na íntegra e detalhamento da parte técnica que envolve a apresentação. As inscrições são feitas no site da Abrarte.

Dentro da programação do Encontro Nacional acontecem também a 3ª Mostra Nacional de Arte Espírita e o 13º Fórum Nacional de Arte Espírita. O evento terá atividades de estudo doutrinário relacionado à prática artística espírita, oficinas de qualificação técnica, apresentações artísticas, painéis de socialização de experiências do movimento espírita de arte, e atividades específicas para a Mostra de Dança e para o Fórum. O público-alvo são artistas espíritas, evangelizadores, coordenadores e dirigentes de instituições interessados em conhecer a prática artística espírita.

A organização do Enarte disponibilizará alojamento coletivo, e cada participante deverá providenciar colchão inflável ou similar, roupa de cama e cobertores. As vagas para alojamento são limitadas a 380, sendo que a prioridade para uso do alojamento será feita respeitando-se a ordem cronológica da efetivação da inscrição no evento. Na medida da possibilidade a organização local disponibilizará relação de hotéis/pousadas parceiros do evento, sendo os custos de responsabilidade de cada participante.

O valor da inscrição varia conforme a data em que for feita, a idade do participante, se o participante solicitar ou não alojamento no evento ou ainda se é associado ou não à Abrarte. Confira na tabela a seguir os valores das inscrições:

Situação De 15/10/2015

a 15/12/2015

De 16/12/2015

a 15/02/2016

De 16/02/2016

a 15/03/2016

Participante alojado no evento R$ 160,00 R$ 176,00 R$ 193,60
Participante NÃO alojado no evento R$ 140,00 R$ 154,00 R$ 169,40
Participante até 12 anos alojado no evento R$ 100,00 R$ 110,00 R$ 121,00
Participante até 12 anos NÃO alojado no evento R$   80,00 R$ 88,00 R$ 96,80
Associado da Abrarte adimplente alojado no evento R$ 136,00 R$ 149,60 R$ 164,56
Associado da Abrarte adimplente NÃO alojado no evento R$ 119,00 R$ 130,90 R$ 143,99

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Abertas as inscrições para o II ENARTE e a III MOSTRA NACIONAL DE DANÇA ESPÍRITA 2016

ENARTEAs inscrições para participar do 2º Encontro Nacional de Arte Espírita (Enarte 2016) iniciaram ontem, 15 de outubro, e vão até o dia 15 de março de 2016.

Já as inscrições de trabalhos artísticos para serem apresentados durante o evento iniciam no próximo dia 1º de novembro e vão até o dia 15 de fevereiro de 2016.

Promovido pela Abrarte, em parceria com a União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo (USE-SP) e a coordenação da Mostra Nacional de Dança Espírita, o Enarte vai se realizar entre os dias 26 e 29 de maio de 2016, em São Paulo. Dentro da programação do evento acontece também a 3ª Mostra Nacional de Arte Espírita e o 13º Fórum Nacional de Arte Espírita.

Para inscrever trabalhos artísticos, devem ser indicadas as características da apresentação, tempo de duração, disponibilização de link de vídeo com filmagem na íntegra e detalhamento da parte técnica que envolve a apresentação. Não será possível inscrever-se apenas para apresentações.

Os artistas que desejarem apresentar deverão estar inscritos no evento e participar das demais atividades da programação.

O encontro terá atividades de estudo doutrinário relacionado à prática artística espírita, oficinas de qualificação técnica, apresentações artísticas e painéis de socialização de experiências do movimento espírita de arte. Haverá também atividades específicas para a Mostra de Dança e para o Fórum, este destinado a lideranças do movimento artístico espírita.

O evento tem como público-alvo artistas espíritas, evangelizadores, coordenadores e dirigentes de instituições interessados em conhecer a prática artística espírita.

Crianças de 7 a 12 anos, participantes regulares de grupos artísticos espíritas, deverão inscrever-se na condição de artista, sendo estabelecidas atividades específicas para esta faixa etária.

A organização do Enarte disponibilizará alojamento coletivo, e cada participante deverá providenciar colchão inflável ou similar, roupa de cama e cobertores. As vagas para alojamento são limitadas a 380, sendo que a prioridade para uso do alojamento será feita respeitando-se a ordem cronológica da efetivação da inscrição no evento.

Na medida da possibilidade a organização local disponibilizará relação de hotéis/pousadas parceiros do evento, sendo os custos de responsabilidade de cada participante.

O valor da inscrição varia conforme a data em que for feita, a idade do participante, se o participante solicitar ou não alojamento no evento ou ainda se é associado ou não à Abrarte.

Confira na tabela a seguir os valores das inscrições:

Situação De 15/10/2015

a 15/12/2015

De 16/12/2015

a 15/02/2016

De 16/02/2016

a 15/03/2016

Participante alojado no evento R$ 160,00 R$ 176,00 R$ 193,60
Participante NÃO alojado no evento R$ 140,00 R$ 154,00 R$ 169,40
Participante até 12 anos alojado no evento R$ 100,00 R$ 110,00 R$ 121,00
Participante até 12 anos NÃO alojado no evento R$   80,00 R$ 88,00 R$ 96,80
Associado da Abrarte adimplente alojado no evento R$ 136,00 R$ 149,60 R$ 164,56
Associado da Abrarte adimplente NÃO alojado no evento R$ 119,00 R$ 130,90 R$ 143,99

INSCRIÇÕES NO LINK ABAIXO:

http://abrarte.org.br/index.php/blog/160-inscricoes-abertas-para-enarte-2016

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Entrevista

Entrevista com Wagno Macedo, Belo Horizonte

‘Arte espírita é aquela na qual o artista busca ser um espírita verdadeiro e essencialmente cristão’

  1. Como você se envolveu com a atividade artística espírita?

A partir de 1997, comecei a participar de uma mocidade espírita, na wagnoqual a coordenadora era uma pessoa muito envolvida com o estudo da Doutrina Espírita e com a arte espírita. Além da prática do canto das músicas espíritas, realizávamos frequentemente a reflexão sobre o conteúdo das letras das músicas e sua mensagem. Esta vivência me inspirou a atuar no campo da arte espírita.

  1. Como você define a arte espírita?

O fazer artístico é uma atividade humana na Terra desde tempos remotos. O campo da arte é uma seara imensa, onde se tem produzido obras belíssimas e de sabor extremamente refinado tecnicamente.  Entretanto diz Allan Kardec que o que há de sublime na arte é a poesia do ideal, que nos transporta para fora da esfera acanhada de nossas atividades. Por isso, pensamos a arte espírita como uma tarefa no contexto da vivência espiritista, que precisa revelar uma alma renovada, um ser humano buscando sua cristianização. Arte espírita seria não apenas aquela com conteúdo e mensagem espírita, mas aquela na qual o artista busca ser um espírita verdadeiro e essencialmente cristão.

  1. Você é músico, instrumentista, e integra a Cia. Laboro. Como você vê esse trabalho do grupo, que alia teatro e música?

A Cia. Espírita Laboro utiliza a música ao vivo nas suas composições teatrais, e esta prática me encantou desde 1997 quando conheci o trabalho do grupo. Além disto, a companhia faz uso da sonorização nas cenas, e também na criação dos personagens. Tudo isto me cativa, me revela a amplitude e colorido desta tarefa, e nos proporciona o aprendizado e vivência da arte espírita.

  1. Além da Laboro, você também participa ocasionalmente de outros grupos musicais?

Sim, em Belo Horizonte, cidade onde resido, temos um movimento artístico espírita bastante intenso. Através da amizade tenho participado de apresentações de grupos musicais espíritas, como Meu Cantar, Verbos de Versos e Segredo.

  1. Como você vê a arte vinculada à Doutrina Espírita?

A arte é um canal de divulgação da Doutrina Espírita, como a oratória e a literatura. A arte espírita tem o potencial de sensibilização, de consolo do ser humano, mas também de envolver a juventude espírita. Vejo com muito interesse como o jovem espírita se envolve com a arte espírita, o seu entusiasmo, sua alegria e capacidade de se dedicar a ela. E como a arte é a exteriorização do sentimento, Emmanuel nos ensina que qualquer expressão emotiva deve ser disciplinada pela fé.

Wagno Macedo Gomes é natural de Malacacheta (MG), mas reside em Belo Horizonte desde 1996. Com formação em curso superior de Música, na Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), é professor de música. Na área da arte espírita, atua na Companhia Espírita Laboro e é músico atuante em apresentações com grupos musicais espíritas, como Verbos de Versos, Meu Cantar, e Segredo. Também é compositor de músicas espíritas.  É associado da Abrarte desde outubro de 2014.

 

 

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A arte, por si só, não redime ou santifica o artista

11203068_998395243505370_7622501208335331338_nYvonne do Amaral Pereira

Seria erro supor que artistas geniais, só pelo fato de o serem, se santificassem ou se tornassem espiritualmente superiores, após o decesso corporal. Como homens, eles cometeram, muitas vezes, deslizes graves, rastejaram pelas camadas inferiores da moral, o que os fez sofrer, no espaço, períodos críticos, humilhações e vexames, de que estariam isentos se, a par do ideal superior que abraçaram, como veros artistas, cultivassem também sólida crença em Deus, respeito por suas leis e moral elevada.

Basta retrocedermos ao passado, examinando a vida de sofrimentos e provações que a maioria dos artistas geniais houve de enfrentar neste mundo, para aquilatarmos do grau dos seus deslizes anteriores, muito embora fossem gênios consagrados à Arte, desde períodos milenares, talvez, através das reencarnações.

Lenta elaboração da inteligência e do sentimento

Referindo-se aos artistas geniais, assim se expressa Léon Denis no Cap. XXVI da sua obra “No Invisível”.

“São homens, sim, em tudo que têm de terrestre, por suas fraquezas e paixões. Padecem todas as misérias da carne, as doenças, as necessidades, os desejos materiais. O que, porém, os faz mais que homens, o que neles constitui o gênio, é essa acumulação dos tesouros do pensamento, essa lenta elaboração da inteligência e do sentimento através de inumeráveis existências, tudo fecundado pelo influxo, pela inspiração do Alto, por uma assídua comunhão com os planos superiores do Universo. O gênio, sob as mil formas que reveste, é uma colaboração com o Invisível, uma assunção da alma humana à Divindade.”

Por isso mesmo, muitos deles retornaram a reencarnações obscuras na própria Terra, após curto estágio no Além.

Renascer para servir ao amor

Nobres artistas do passado, exceção feitas de alguns poucos, se encontram reunidos na Pátria Espiritual, onde progridem e se habilitam para, em ocasião oportuna, voltarem em falanges brilhantes, a fim de viverem nas sociedades terrenas servindo à Arte, a qual, então, alcançará um inconcebível fastígio, como ao Amor, a que não serviram ainda, pois eles próprios têm feito tais confissões sempre que lhes é permitido confabular com os médiuns.

Confessam, outrossim, o grande desgosto que os acompanha quando reconhecem que, no estado de encarnação, arrebatados pela Arte, esqueceram os caminhos luminosos conducentes à redenção espiritual, o que nos leva a conclusão de que a Arte, por si só, não redime ou santifica o artista. Ele necessitará, além dela, do cultivo do amor a Deus e ao próximo, da excelência de uma fé inquebrantável nos princípios divinos, pois a lei que do Todo-Poderoso emanou, para orientar o trajeto evolutivo das criaturas, não foi diferente para os artistas. Foi, sim, a mesma, invariável eterna: Amor a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.

No entanto, é fato observado que o verdadeiro artista, o artista enamorado do ideal da perfeição no Belo, ou gênio, e não o artista mercenário, jamais carreta perversidade nos próprios atos.

A constante comunhão com o Belo torna bondosos os verdadeiros artistas

Naturalmente bondosos, parece que a comunhão constante com o Belo isenta-os da prática de perversões contra o próximo, e seus infortúnios, muitas vezes acres, e a dedicação ao grande ideal que alimentam, são levados em conta na Espiritualidade, concedendo-lhes méritos apreciáveis, sendo que a subsequente existência que alguns deles tiveram, escolhida voluntariamente e não imposta, conquanto obscura, não chegou a estabelecer expiação ou provação, mas testemunho honroso de um caráter leal a si mesmo, cuja consciência se inquietara pela falta do cumprimento de uns tantos deveres, de que se descuraram com gênios da Arte que foram, pois tudo indica que a Arte tanto empolga e arrebata o seu cultor que freqüentemente o aparta dos caminhos da redenção, ou do amor a Deus e ao próximo.

(Notável médium brasileira. Psicografou, entre outras obras. “Memórias de Um Suicida”, cujo autor espiritual é Camilo Castelo Branco. O trecho aqui transcrito foi extraído de sua obra “Devassando o Invisível”, publicado pela Federação Espírita Brasileira – FEB)

FONTE: PORTAL DO ESPÍRITO

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O corpo

Francisco C. Xavier/Emmanuel
Livro Pensamento e Vida

Aa origem da vida1bstendo-nos de qualquer digressão científica, porqüanto os livros
técnicos de educação usual são suficientemente esclarecedores no que reporta
aos aspectos exteriores do corpo humano, lembremo-nos de que o Espírito,
inquilino da casa física, lhe preside à formação e à sustentação, consciente ou
inconscientemente, desde a hora primeira da organização fetal, não obstante
quase sempre sob os cuidados protetores de Mensageiros da Providência
Divina.

Trazendo consigo mesmo a soma dos reflexos bons e menos bons de que
é portador, segundo a colheita de méritos e prejuízos que semeou para si
mesmo no solo do tempo, o Espírito incorpora aos moldes reduzidos do próprio
ser as células do equipamento humano, associando-as à própria vida, desde a
vesícula germinal.

Amparado no colo materno, estrutura-Se-lhe o corpo mediante as células
referidas, que, em se multiplicando ao redor da matriz espiritual, como a
limalha de ferro sobre o ímã, formam, a principio, os folhetos blastodérmicos de
que se derivam o tubo intestinal, o tubo nervoso, o tecido cutâneo, os ossos, os
músculos, os vasos.

Em breve, atendendo ao desenvolvimento espontâneo, acha-se o EspíritoCorpo_humano_em_equilibrio
materializado na arena física, manifestando-se pelo veículo carnal que o
exprime.

Esse veículo, constituído por bilhões de células ou individuações
microscópicas, que se ajustam aos tecidos sutis da alma, partilhando-lhes a natureza
eletromagnética, lembra uma oficina complexa, formada de bilhões de
motores infinitesimais, movidos por oscilações eletromagnéticas, em
comprimento de onda específica, emitindo irradiações próprias e assimilando-as
irradiações do plano em que se encontram, tudo sob o comando de um
único diretor: a mente.

Desde a fase embrionária do instrumento em que se manifestará no
mundo, o Espírito nele plasma os reflexos que lhe são próprios.

Criaturas existem tão conturbadas além-túmulo com os problemas
decorrentes do suicídio e do homicídio, da delinqüência e da viciação, que,
trazidas ao renascimento, demonstram, de imediato, os mais dolorosos
desequilíbrios, pela disfunção vibratória que os cataloga nos quadros da
patologia celular.

As enfermidades congênitas nada mais são que reflexos da posição infeliz
a que nos conduzimos no pretérito próximo, reclamando-nos a internação na
esfera física, às vezes por prazo curto, para tratamento da desarmonia interior
em que fomos comprometidos.

Surgem, porém, outras cambiantes dos reflexos do passado na existência
do corpo.

Culpa disfarçada e dos remorsos ocultos. São plantações de tempo certo que a
lei de ação e reação governa, vigilante, com segurança e precisão.

É por isso que, muitas vezes, consoante os programas traçados antes do
berço, na pauta da dívida e do resgate, a criatura é visitada por estranhas
provações, em plena prosperidade material, ou por desastres fisiológicos de
comovente expressão, quando mais irradiante se lhe mostra a saúde.

Contudo, é imperioso lembrar que reflexos geram reflexos e que não há
pagamento sem justos atenuantes, quando o devedor se revela amigo da
solução dos próprios débitos.

A prática do bem, simples e infatigável pode modificar a rota do destino, de
vez que o pensamento claro e correto, com ação edificante, interfere nas
funções celulares, tanto quanto nos eventos humanos, atraindo em nosso
favor, por nosso reflexo melhorado e mais nobre, amparo, luz e apoio, segundo
a lei do auxílio.

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