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Reflexões…

Setembro 14, 2008 · Deixe um comentário

“O sublime da arte é a poesia que nos transporta para fora da estreita esfera de nossa atividade.”

Allan Kardec in Obras Póstumas

 

 

 

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Perante a Arte

Setembro 14, 2008 · Deixe um comentário

 

Colaborar na cristianização da arte, sempre que se lhe apresentar ocasião.

A arte deve ser o Belo criando o Bom.

Repelir, sem crítica azeda, as expressões artísticas torturadas que exaltem a animalidade ou a extravagância.

O trabalho artístico que trai a Natureza nega a si próprio.

Burilar incansavelmente as obras artísticas de qualquer gênero.

Melhoria buscada, perfeição entrevista.

Preferir as composições artísticas de feitura espírita integral, preservando-se a pureza doutrinária.

A arte enobrecida estende o poder do amor.

Examinar com antecedência as apresentações artísticas para as reuniões festivas nos arraiais espíritas, dosando-as e localizando-as segundo as condições das assembléias a que se destinem.

A apresentação artística é como o ensinamento: deve observar condições e lugar.

Conduta Espírita

Francisco C. Xavier e Waldo Vieira – André Luiz

 

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Deus na Natureza

Setembro 14, 2008 · Deixe um comentário

Em vão se pretenderá que a Arte possa colimar outros fins que não sejam a representação de formas agradáveis? Escultura, música, pintura, apenas visam deleitar-nos os sentidos? Erro profundo! Qual a beleza que a nossa alma contempla na estatuária, no desenho, na harmonia? Qual a magia que nos atrai através das luzes e sombras dos ensaios perecíveis? Não será a beleza ideal, a verdade misteriosamente oculta, da qual temos sede, procurando vê-la em tudo? Não será o ideal puro, translúcido, soberano, imã possante, sedutor irresistível de inteligência?

A Humanidade não se elevou acima das outras espécies terrenas senão por sua constante ascensão para o ideal, para a verdade espiritual. A Arte seria um mito, um engodo, um exercício mecânico, um nada, se não radicasse na beleza suprema. Nisto, nisto sobretudo, é que o homem se afirma por predicados estranhos à matéria e confinantes com a esfera do Infinito. Nisto, sobretudo, é que o homem entra em comunhão com os esplendores infinitos e os fixa, para sempre, em louvores imortais…. Tenho diante de mim a poeira vil, a matéria inanimada, um fragmento de argila!

Minha alma, inspirada, concebeu o tipo visível de uma virtude sobre-humana, a manifestação do heroísmo do devotamento, do amor, da adoração… Argila! terra colhida nalgum fosso húmido, em ti vou transfundir a inspiração de minha alma… Em ti vai encarnar-se a minha inteligência! Em ti vai manifestar-se e esplender o tipo sublime que o meu espirito contempla! Em ti vão fremir as palpitações do meu pensamento! E enquanto meu despojo miserando, caído em inominável ignomínia, vai sumir-se e afastar-se no tempo e na História, dentro ainda de quarenta séculos, os olhos que te contemplarem em ti verão meu pensamento! Milhões de corações terão palpitado e palpitarão ainda, em uníssono, com o meu… E diante de ti as almas se inclinarão para saudar a virtude divina, que te deu uma auréola imperecível!

Deus na Natureza

Camille Flammarion

 

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Vinho e Odres

Setembro 14, 2008 · Deixe um comentário

Vinho e Odres

 

“Não se deita vinho novo em odres velhos”, disse Jesus.

A frase merece reflexão quando se trata de renovar propósitos, redefinir posturas, alterar o panorama cultural positivamente, ou seja, elevando-o e enobrecendo-o .

A cultura sempre foi flor e fruto de uma civilização de espíritos em todos os períodos em que possa ser observada. O Universo é uma morada de espíritos. O que a pode definir como Cultura do Espírito é sua proximidade com as leis que norteiam o desenvolvimento do universo, leis morais ou divinas, imutáveis e existentes, para que a ordem e o equilíbrio possam manter-se na imensidão.

Varia ao extremo na Terra a identidade dos espíritos: seus anseios, seus ideais, seu pretérito, suas conquistas, suas escolhas. Na mescla de valores, pensamentos e sentimentos, desde há muito presente no panorama planetário, é que vamos descobrir, num garimpar cuidadoso e atento, os traços preciosos da Cultura do Espírito cintilando na mais remota antiguidade, despontando no Oriente e no Ocidente, como a manifestação mais nobre dos espíritos que estavam à frente dos companheiros de caminhada. Não possuíam somente a genialidade humana, horizontal, mais apresentando a espiritualidade ativa, mantinham-se unidos a Deus expressando-se na convivência social, fomentando progresso considerável.

Conjugar beleza e moral, técnica e honradez, era e é o grande desafio.

Passaram pelo mundo grandes habilidades de vidas vulgares, perdendo-se nos labirintos estreitos e rasteiros, e relembramos mestres da arte e do conhecimento de retidão indiscutível.

Na arte da fala e do raciocínio, emerge Sócrates e constrange os sofistas, hábeis no discurso mas sem compromisso com a Verdade.

Na arte de amar e do conhecimento, brilha Jesus por fanal inigualável, a confundir supostas sabedorias de uma cultura vazia e insegura, por isso, agressiva.

Juntos, os dois, fazem estremecer os pilares que sustentavam grandiosos impérios, erguidos sobre a areia movediça do “orgulho de raça”, esquecidos que a raça a qual pertencemos é a humana ou espiritual, sendo em qualquer recanto da Terra ou quadrante do universo filhos de Deus.

Ambos atingiram parcela significativa da juventude e deixaram discípulos principalmente entre as mentes inconformadas com as paisagens desgastadas do seu tempo.

Agora que o momento reúne espíritos distanciados geograficamente, mas engajados na grande renovação de idéias que se processa, seria bom que atentássemos para “o despejar” desta cultura nova (que herda historicamente as mais sublimes lições) nos “novos seres (odres) que retornam”, para isso preparados, por isso clamando.

A juventude guarda semelhança com o fortalecimento do tronco capaz de ajustar-se a trave que o escora e sustenta, e que posteriormente abrindo-se em ramagem extensa, deitará flores e frutos substanciais, dilatando em espiritualidade os painéis da cultura que ilumina a Nova Era.

Evangelização de Espíritos

Núcleo Santos

 

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Cultura do Espírito

Setembro 14, 2008 · Deixe um comentário

CULTURA DO ESPÍRITO

CULTURA DO ESPÍRITO

A cultura do Espírito é a cultura da luz, da paz, do amor!
A cultura do Espírito é a expressão sublime de seres evolvidos a Deus!
Na cultura do Espírito o saber é pautado na verdade. É pautado na libertação e não na dominação.
Cultura é o produto dos processos vivenciais de um povo. Povo é um conjunto de seres que dividem as oportunidades, ocupando um mesmo espaço/tempo.
Na contemporaneidade vive-se cultura, no passado apreende-se cultura, no futuro constrói-se cultura.
Cultura é o modo de fazer, é o modo de ver, é o modo de pensar e faz o modo de ser!
Assim, imaginemos o que é a cultura do Espírito!
É o modo de fazer o bem, é o modo de ver a Deus, é o modo de pensar a verdade e faz o modo de Ser Amor, Ser Luz!
Implanta-se na Terra a nova Revolução Cultural! É o processo de implantação da cultura do Espírito.
Na Ciência, buscar a Deus!
Na Música, cantar Deus!
Na Pintura, pintar Deus!
Na Literatura, escrever Deus!
Na Escultura, esculpir Deus!
No Teatro, encenar Deus!
Na Educação, ensinar e aprender Deus!
Os objetivos convergem para a luz, direcionam para o bem!
Conhecimentos novos sensibilizam, imagens elevadas se criam, sons harmoniosos envolvem, traços definidos despertam, contornos cheios de beleza elevam, palavras no bem articuladas educam, cenas de verdade ensinam, evangelizam!
Momentos elevados da expressão do Espírito, construídos na vontade de encontrar a Deus, libertam e engrandecem o homem!
Veículos de comunicação traduzem nossas conquistas de luzes! Cores, sons, vibrações harmoniosas sintonizadas com o alto envolvem a Terra! O homem se regenerou!
É hora de brilhar!
Edifiquemos a Cultura do Espírito, renovando sentimentos e pensamentos!
Abrilhantando-nos! Refletindo as luzes do Pai!
Busquemos com ardor edificar luzes em nós para edificarmos luzes na Terra!
Preparemos o terreno para os cientistas do amor, os músicos da harmonia, os pintores da vida, os escultores da luz, os poetas do céu, os atores da verdade, os educadores da paz!
Plantemos as bases da cultura do Espírito na terra, despertando consciências com amor e verdade!
É hora de Ser! Em minha imagem a luz do Criador, enfim a meta é Ser Amor!

 

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